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19.3.09

 

Espécies em risco

 

Albatroz

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Pertencem à família das aves marinhas mais ameaçadas.
Dezoito das 22 espécies existentes estão em risco.
A actividade humana (pesca ilegal e poluição) e o aquecimento global são a principal causa de morte e de redução da reprodução.  
 É preciso diminuir as emissões dos gases com efeito de estufa e acabar com as espécies invasoras das ilhas onde se reproduzem.

 

Urso polar

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Estima-se que dois terços dos actuais 20 a 25 mil ursos existentes desapareçam ao longo dos próximos 75 anos, por perda do habitat. 
As empresas, as comunidades e os indivíduos podem reduzir as emissões de gases e ajudar a preservar o frágil habitat dos ursos polares.

 

 

Orangotango

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 Menos de 80 mil sobrevivem hoje em estado selvagem.

Na última década a população diminui 30 a 50 %.

São vítimas de caça e comércio ilegal e dos incêndios florestais que lhes destroem o seu habitat.

 É preciso reduzir a desflorestação na Malásia e Indonésia.

 

Canguru

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Quando os europeus chegaram à Austrália havia 83 espécies de cangurus. Nove, dessas espécies, foram extintas e 28 estão ameaçadas.

A subida das temperaturas, as secas prolongadas, as cheias, os incêndios e os ciclones acentuam o risco de extinção. 

É necessário sensibilizar a população local para reduzir a caça e os impactos das alterações climáticas.

 

Tigre

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Restam apenas 4 mil exemplares em estado selvagem.
Mais de 70% de perda do seu habitat em 50 anos.
Vivem sobretudo nas florestas e planícies do Sueste Asiático (Índia, Bangladesh, Butão, Nepal, Birmânia). 
É preciso preservar os ecossistemas sensíveis nestes países e reduzir o conflito com o Homem.

 

Tartarugas marinhas

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Cinco das sete espécies de tartaruga marinha estão em risco crítico.
São alvo de predadores, de caça ilegal, de acidentes de pesca e da destruição dos seus ecossistemas.
As alterações climáticas têm afectado a sua reprodução. 
É essencial proteger as praias onde desovam, reduzir os impactos da pesca, construção costeira e caça ilegal.

 

 

 

Pinguins

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Onze das dezanove espécies estão ameaçadas de extinção.
Perda de 75% da população de pinguins-de-adélia  na Antárctida.
O degelo da Antárctida leva à diminuição dos habitats, dos locais de nidificação e do alimento. 
É preciso criar uma zona de áreas marinhas protegidas nos oceanos do Hemisfério Sul.

 

 Baleias e Golfinhos

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Das 85 espécies de cetáceos, 31 estão ameaçadas de extinção.

Dois milhões de baleias foram mortas por razões comerciais até à moratória internacional de 1986.

O degelo nas zonas polares agrava a situação destes mamíferos. 

 Há que preservar habitats, reduzir a poluição, a sobrepesca e a caça ilegal. É fundamental lutar contra o aumento de temperatura. 

 

 

Elefante africano

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Existem entre 470 a 690 mil elefantes em África, a maioria em habitats fora das zonas protegidas.

Sendo este o continente mais vulnerável às alterações climáticas, o conflito homem/elefante irá agudizar, ameaçando o grande mamífero.

Tem-se observado uma diminuição da taxa de sobrevivência das crias devido à seca.  

É preciso planear o uso da terra para se conseguir conciliar as necessidades humanas e dos elefantes. 

 

Corais

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São dos ecossistemas mais ricos e diversificados do planeta, porém muito sensíveis.
Cerca de 80% dos corais podem morrer dentro de décadas devido ao impacto humano.
Para o evitar há que reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, impedindo o aumento da temperatura do ar e do mar e acabar com a poluição marinha.Fonte: Relatório da WWF – Março/2009
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link do postPor ana, às 22:56  comentar

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